Estudos

ALGUNS ESTUDOS RELACIONADOS AO MÉTODO MCKENZIE

Centralization and directional preference: A systematic review

Stephen May ,*, Alessandro Aina / 2012

Centralização e Direção de Preferência são bons indicadores para prognóstico e estratégias de tratamento.


Mechanical Diagnosis and Therapy For Radiculopathy

Ronald Donelson / 2011

Este artigo fala do uso do Método Mckenzie de Diagnóstico e Terapia Mecânica no tratamento de dores agudas ou crônicas de coluna. Cita a centralização dos sintomas e a direção de preferência como principais indicadores de bom prognóstico para dores lombares ou ciática.

Battie MC, Cherkin DC, Dunn R, Clol MA, Wheller KJ.;
Managing Low Back Pain : Attitudes and Treatment Preferences of Physical Therapists.
Phys Ther; 74:3, 219-226, 1994.

Uma pesquisa entre fisioterapeutas nos Estados Unidos que foram apresentados a pacientes hipotóticos com dor lombar. O Método McKenzie foi considerado o método mais útil na abordagem de pacientes e o método de avaliação de pacientes mais usado.


Foster NE, Thompson KA, Baxter GD, Allen JM;
Management of nonspecific low back pain by physiotherapists in Britain and Ireland. A descriptive questionnaire of current clinical practice. Spine; Jul 1;24(13):1332-42, 1999.

O Método McKenzie foi considerado a segunda abordagem de tratamento mais comum usada por fisioterapeutas.

A abordagem Maitland foi usada por 59% e o Método McKenzie por 47%, múltiplas abordagens também foram usadas, mas com menos frequência – abordagens combinadas foram comuns.


Jackson DA;
How is low back pain managed? Retrospective study of the first 200 patients with low back pain referred to a newly established community-based physiotherapy department.
Physiotherapy; 87;11 573-581, 2001.

A abordagem McKenzie foi usada em 58% dos pacientes, em combinação com outras terapias. Eletroterapia foi também comumente utilizada.


McKenzie RA;
A Prophylaxis in Recurrent Low Back Pain. NZ Med J; No. 627, 89:22-23, 1979.

A restauração frequente da lordose lombar e a evitação da flexão são apontadas como fatores crí­ticos na educação profilática para prevenção de reincidências de dor lombar. Mckenzie relata em 318 pacientes: iní­cio, fatores agravantes e aliviadores, deformidades e o sucesso do tratamento na redução de crises futuras relatado pelos pacientes.


Delaney PM, Fernandez CE;
Toward an evidence-based model for chiropractic education and practice.
J Manip & Physio Thera; 22;114-118, 1999.

Esse trabalho resume as etapas do tratamento baseado em evidência – formulando uma pergunta, pesquisando a literatura, avaliando criticamente a literatura, abordando o paciente adequadamente, avaliando sua própria atuação. Como exemplo de avaliação crí­tica, eles examinam Donelson et al. (1997, veja abaixo) e concluem que o protocolo McKenzie é uma ferramenta útil, altamente sensí­vel e moderadamente especí­fica para dor discogênica e incompetência do anel. Também apontam a precisão da avaliação McKenzie como diagnóstico. Sensibilidade e especificidade para dor discogênica, 94% e 82%; para anel incompetente, 100% e 86%. Compara favoravelmente com a maioria dos outros testes utilizados.


Delaney PM, Hubka MJ;
The diagnostic utility of McKenzie clinical assessment for lower back pain. J Manip & Physio Therapeutics ; 22; 628-630, 1999.

Reanálise de Donelson et.al (1997, veja abaixo) calculando a precisão da avaliação McKenzie no diagnóstico. Sensibilidade e especificidade para dor discogênica 94% e 82%; para anel incompetente, 100% e 86%. Compara favoravelmente com a maioria dos outros testes utilizados.


Donelson R, Aprill C, Medcalf R, Grant W.;
A prospective study of centralization of lumbar and referred pain. A predictor of symptomatic discs and anular competence. Spine; May 15;22(10):1115-22, 1997.

63 pacientes crônicos receberam uma avaliação mecânica e discografia, com clí­nicos em relação aos achados das outras avaliações. Centralização (74%) e periferilização (69%) foram fortemente associadas com dor discogênica, comparadas a nenhuma alteração nos sintomas (12%). Centralização (91%) foi fortemente associada com anel competente, comparada com periferilização (54%).


Riddle DL;
Classification and low back pain: a review of the literature and critical analysis of selected systems. Phys Ther; Jul;78(7):708-37, 1998.

Análise crí­tica de vários sistemas de classificação usados para dor lombar, incluindo McKenzie. Destaca suas vantagens e fraquezas, de acordo com um conjunto de critérios estabelecidos para a análise de sistemas de classificação.


Brotz D, Kuker W, Maschke E, Wick W, Dichgans J, Weller M;
A prospective trial of mechanical physiotherapy for lumbar disk prolapse. J Neurol; 250:746-749, 2003.

Revisão retrospectiva de 50/150 pacientes com suspeita de hénia de disco que responderam nas primeiras cinco sessões diárias com centralização e foram então tratados com terapia mecânica. Exclusões: 64 hérnias de disco não confirmadas com neuro imagens; 36 encaminhados para cirurgia. Houve redução imediata da dor aguda e, após um ano, uma alta taxa de recuperação em todos os casos, com cinco pacientes encaminhados para cirurgia.


Donelson R, Grant W, Kamps C, Medcalf R.;
Pain response to sagittal end-range spinal motion. A prospective, randomized, multicentered trial. Spine; Jun;16(6 Suppl):S206-12, 1991.

Donelson observou que 47% dos pacientes com dor lombar, com ou sem dor irradiada, apresentaram uma direção de preferência para movimentos da coluna na amplitude máxima no plano sagital – “40% preferiram extensão e 7% preferiram flexão